Projeto Qualidade das Águas
Projeto Qualidade das Águas

O monitoramento das águas que passam pelos rios e córregos dos parques florestais da Faber-Castell tem como objetivo avaliar os efeitos gerados pelas plantações de pinus. Desta forma, são avaliados a temperatura, cor, níveis de sólidos, presença de minerais, além de serem realizadas outros 54 tipos de análises.
Tratamento da água utilizada nas unidades
Embora cerca de dois terços do planeta seja composto por água, apenas 2,75% dela é doce. E apenas 1% serve ao consumo humano. Ciente da importância da água, tanto para a espécie humana como para todas as outras formas de vida, a Faber-Castell se preocupa em tratar toda a água que sai de sua fábrica e que é devolvida ao meio ambiente por intermédio da Estação de Tratamento de Efluentes (ETE).
Aliás, todo efluente sanitário e industrial gerado pela unidade é 100% tratado pela ETE, que teve o início de suas operações em 1980. A estação possui dois tanques para tratamento físico-químico, com capacidade de 16 m3 cada, e dois tanques para tratamento biológico de 50 m3 cada. A capacidade total de tratamento atinge 200 m3/dia.
Tratamento físico-químico
Previamente analisados, os efluentes químicos são adicionados para que ocorra a decantação de todo material sedimentável e gerando apenas o sobrenadante límpido que será encaminhado para aeração nos tanques biológicos. O lodo gerado pela retirada do material sedimentável é prensado em filtro-prensa e destinado para co-processamento em fornos de cimenteiras.
Tratamento biológico
Pelo processo de lodos ativados – empregado em todo o mundo devido à alta eficiência associada à pequena área de implantação – este tratamento baseia-se na oxidação bioquímica dos compostos orgânicos e inorgânicos presentes nos efluentes sanitários, mediada por uma população microbiana diversificada.
A qualidade do efluente é refletida pelas espécies constituintes do lodo e do nível de matéria orgânica em decomposição de um certo meio expressas nos resultados das análises de DBO. O efluente sanitário sofre aeração por intermédio de dispersores elétricos. Como o processo de degradação da matéria orgânica consome oxigênio, o tanque é equipado com sistema de aeração que fornece oxigênio para estas reações. O aerador é capaz de transferir a quantidade de oxigênio necessário para a sobrevivência e ao crescimento da microfauna no tanque.

Para garantir que o tratamento está correto, antes de a água ser devolvida aos rios, passa por um aquário cheio de peixes que atestam sua limpeza.